Uma entrevista do nada
Hoje uma menina misteriosa no orkut apareceu no meu scrap book falando que havia me visto em uma comunidade, e que gostaria de me fazer algumas perguntas. Fiquei todo todo me achando, uau, to famoso, fazendo até entrevista, xD
Bem, falei que responderia as perguntas dela... E aqui está a mini entrevista =P
1 - Quando você assumiu , sua familia te questiono ou apoio?
R: 1- Quando me assumi para minha família (mãe e pai) eles questionaram muito. Primeiro pela questão do filho deles não ser um heterossexual, ou seja, diferente dos demais, estranho, bizarro. E outra, por eles não entenderem direito o que era um bissexual. Expliquei várias vezes, mas eles não conseguiam entender que eu não era indeciso por ser bi, pensavam que a pessoa ou era gay ou era hetero, mas isso foi muito porque eles não tinham uma visão geral do mundo, vivam presos em um mundinho deles. Com o passar do tempo eles foram conseguindo engolir a notícia, e hoje em dia a situação é mais controlada. Sei que eles não são a favor da minha opção, e rezam pelo dia que eu aparecer com uma namorada, me casar e ter filhos. Não estou ignorando essa possibilidade, afinal, também tenho atração por mulheres, mas não quero que estranhem o dia que eu decidir dividir o resto de minha vida com um parceiro e adotar um filho para perpetuar o amor existente entre nós.
Lembro que quando contei para minha mãe ela chorou muito, e meu pai também, pensei não existir tanto choro fora da novela das oito. O drama foi geral e aconteceram brigas atrás de brigas, discussões e muito bate boca. Hoje em dia eles já agüentam escutar que eu vou para um balada gls ou tenho um namorado (quando tinha), mas mesmo assim, ainda estão em adaptação com a idéia do filho dele ficar com meninos. Uma mistura de vergonha, medo e decepção.
2 - Você sofre muito preconceito , pela sua opção sexual?
R:2- O preconceito maior veio por parte de meus pais mesmo. Vou ser bastante sincero, quando você se assume homossexual, bissexual, para a sociedade, nada muda, apenas enfatiza. Seus amigos vão estar do seu lado como nunca, e seus inimigos contra você mais ainda. A balança continua no equilíbrio.
Na época que contei para alguns amigos meus (1 ano de amizade) lembro que eles apenas entranharam um pouquinho a notícia, mas ficaram do meu lado o tempo todo. Não tiveram nojo de mim, nem achavam ruim quando eu encostava neles. Um amigo meu de anos também assustou com a notícia, mas nossa amizade permaneceu a mesmo. Acredito que algo assim não faz você perder as amizades, apenas fortalecer os vínculos, afinal, só para um amigo mesmo que você contaria algo tão intimo (quando você está se assumindo para poucas pessoas ainda) ou, depois que assumiu para a sociedade em geral, quem está com você vai ficar mais perto para de defender, tudo depende do apreço que você conseguiu construir no decorrer do relacionamento. Hoje em dia tenho muitos colegas que eu conto para eles sobre mim e nossa relação não muda, ou até melhora.
Acredito que se você apenas muda, ou melhor, revela, sua orientação sexual para as pessoas que realmente gostam de ti, você está apenas contando algo que não fazia tanta diferença, alias, não fazia nem uma. Mas quando você muda seu comportamento também, vide os afeminados (lembrando que NÃO TENHO NADA CONTRA OS AFEMINADOS NEM ALGO DO TIPO, estou apenas dando um exemplo), ai você passa a ser julgado por seu comportamento e pela mudança do mesmo, mas, de qualquer maneira, quem esteve sempre com você vai continuar com você.
3 - Já aconteceu alguma coisa , alguma historia , ou alguma briga que você não gosto , ou algo assim?
R:3- Olha, brigas acho que só tive uma. Foi na escola. Foi na época que um amigo meu se assumiu gay para mim. Ele era afim de um amigo de outro amigo meu, e esses dois eram os famosos gays enrustidos. A briga tava formada né, mas foi basicamente por conta que os enrustidos tinham medo de vazar alguma coisa (afinal, tinha um gay dando encima de um). Foi uma confusão desnecessária que poderia ter sido evitada com um pouco de conversa e compreensão, mas como não aconteceu, a escola acabou e ficou um clima muito chato lá. As pessoas que têm medo dos outros saberem sua opção sexual costumam ter muito medo e, às vezes, reagirem com violência (o que graças a Deus não aconteceu).
Fora isso acho que a única coisa chata que acontece é quando você esta com uma pessoa do mesmo sexo, andando, beijando, abraçando, ou qualquer outra coisa, na rua, e vem alguém, muito desocupado se me permite afirmar, e nos xinga ("viado safado", "bixinha", frutinha"). Acho que isso é apenas violência verbal a troco de nada. Sou do tipo que escuta calado, engole sorrindo e levanta o queixo com orgulho. Penso comigo mesmo “minha felicidade causa inveja”, pois se eu ficar me preocupando com coisas assim vou viver em função de satisfazer pessoas que ao menos participam de minha vida. Muitos rendem brigas com isso, eu prefiro apanhar calado, afinal, brigar com pessoas assim não irão fazê-las mudarem de opinião, prefiro deixá-las se entenderem com suas consciências.
Existem ainda pessoas que brigam por conta de terem medo de se assumirem para a sociedade, e quando isso é ameaçado elas costumam a reagir negativamente e até com violência (o que aconteceu exatamente com meu amigo, só tirando a parte de violência física).
4 - Sua vida mudo alguma coisa , depois de você ter assumido , ou ter aceitado vc como é?
R:4- No meu caso tive dois momentos. O primeiro que foi assumir para mim mesmo que eu não era hetero, e o segundo que foi me definir. Assumir que eu não era hetero foi difícil. Foi muita privação do meu próprio consciente. Mas não tinha jeito, ou era aceitar ou era não dormir a noite. Aceitei, com meus 14 anos mais ou menos, mas demorei uns 3 anos para me definir. Não sabia como eu devia ser chamado, afinal, tinha atração por mulheres do mesmo modo que tinha por homens, e o pior, tinha medo, muito medo, de me ver em uma relação com qualquer um deles e magoá-lo(a) por não estar com a pessoa certa. Demorei mais por conta da falta de informação, e de ter alguém para conversar. Por fim fiquei pela primeira vez com um menino aos 17 anos, e pouco depois descobri que eu podia ser chamado de bi, se tinha capacidade de gostar de qualquer pessoa independente do sexo dela.
Depois disso eu fiz algumas amizades no meio (algumas pela internet que até foi útil quando eu pude me definir, formar minha cabeça, com relação a conhecer novas pessoas para amizade) e com essas amizades tive a oportunidade de começar a sair com amigos sem medos, começar a me divertir e a ser feliz do jeito que eu era, me aceitando e me vendo como alguém que não tinha mais dúvidas consigo mesmo.
Passei a sair para baladas gls e adorei o ambiente, afinal uma balada, um bar, lounge, enfim, um ambiente GLSBT é alegre, divertido, e o mais importante, não possui alguns valores defendidos pela sociedade hetero (não dizendo que está totalmente longe de críticas, afinal, o meio GLS possui alguns valores próprios diferentes do hetero, mas mesmo assim, está livre de algumas críticas enfrentadas no ambiente hetero normal), sem contar que possui muito menos brigas e confusões que as boates “normais”.
5 - O que você acha que podemos fazer para acabar com esse tipo de preconceito no mundo?
R: 5- Para resolver qualquer tipo de preconceito no mundo só é preciso de uma coisa fácil: entender que a pessoa que você ta apontando tem vida e sentimento igual a você. Fazendo isso, acabo o preconceito. Mas isso é que é o difícil, deixar de pensar no próprio umbigo e ver mais além de um palmo de distância da mão.
Para mim o preconceito está em apenas julgar sem conhecer, pois quando se conhece, você descobre que aquilo que se criticava não tem importância alguma, que a pessoa é feita de valores, sentimentos e atitudes, e não de cor de pele, sangue, religião, etinia, sexo ou sexualidade.
Amar o próximo não é fácil, e nem se precisa disso, apenas respeite da maneira com que você quer ser respeitado, que você acaba com todos os preconceitos existentes no mundo. Ponha-se no lugar da outra pessoa, nem que seja por um minuto, e terá acabado com a falta de amor.
(para julinha que fez a entrevista um super beijo e espero ter ti ajudado amor ^^ )
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Postado por: °•°•° Jeff °•°•° às 22h08
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Um pequeno grande inventário
Essa porcaria ainda está no ar?
Pois é, ainda estou vivo, e vivo como nunca. Esse período em que estive desaparecido é explicado devido ao grande número de coisas para fazer da escola. Estava na etapa final e daí já viu né, corre-corre para cima e para baixo. Mas agora, eu posso exclamar em bom e alto tom:
ACABOU !!!!!!!!!!
Vejo-me livre, finalmente, daquela prisão que tanto me atrasou. Posso agora desfrutar de minha vida, que quase esqueci que tinha. Posso agora curtir e aproveitar dos prazeres simples que graças à abstinência causada pela avalanche de obrigações com a senzala quase tiveram suas meras existências varridas de minha mente.
...
Ok, ok. Menos exageros. Minha escola até que não foi tão ruim assim, afinal, não posso negar o fato de que cresci como nunca naquele lugar. Permita-me fazer, então, um pequeno inventário sobre o que se passou:
Antes de entrar nesse local que se tornaria, literalmente, minha segunda casa pode-se dizer que eu era uma pessoa bem imatura, não conseguia lidar com as pessoas, nem para me defender delas muito menos para me aproximar delas. Era alguém muito tímido, que não sabia se comunicar. Meu mundo resumia-se até a um palmo do meu nariz, e mamãe resolvia tudo. Sem contar que eu não sabia nem a ora que estava com fome. Meus primeiros dias lá me fizeram começar a me questionar se meus valores e conceitos sobre a vida estavam certos, se realmente eu era o dono da verdade e se o mundo realmente girava em torno de mim. Pude questionar certos pontos de vistas. Mesmo assim 15 anos ainda gritam mais alto que alguns meses de mudança. Demorei um pouquinho para poder realmente mudar e me tornar o que sou hoje.
Aquele lugar comeu meu couro durante três anos, mas acho que me fez viver o que muita gente demora anos para viver. Na vantagem? Acho que nem tanto. Acredito que foi uma fase para me colocar no ritmo que eu deveria estar, afinal, demorei a crescer e sair debaixo da asa da mãe. Foi como um curso intensivo de vida que durou três anos. Houve benefícios, pois aprendi muito nesse “curso”, aprendi lições que muitos ainda vão demorar bastante a aprender.
Entretanto, nessa super velocidade com que os fatos se transcorreram alguns arranhões e cicatrizes ficaram como recordação. Vi maravilhas, como o suor de um guerreiro se transformar em pura glória, mas vi coisas que ninguém mereceria se deparar, como a transformação de um de seus melhores amigos em um de seus piores inimigos por motivos banais e por conta do egoísmo. Mas como dizem: na vida temos subidas e descidas.
Fiz amigos, e muitos amigos. Agora posso contar com suportes que sei que sempre estarão lá. Amei, fui amado, enrolei e fui enrolado. Sofri e sofreram por mim. Não desisti. Vivi, renasci, me reconstruí, enfim, fiz o que não tinha feito em três anos. Completo? Ainda não, e vai demorar para chegar nesse nível, mas posso afirmar: subi, correndo, muitos degraus, sem esquecer nem um, mas sendo ligeiro.
O purgatório, por fim, parece não ter sido tão ruim assim. Tive meus momentos de tristeza, desespero, e completa insanidade mental, mas, mesmo assim, pude viver momentos de total alegria, conforto, realização.
É, agora vou viver o que me resta, e que não é pouco, com um novo olhar para o mundo, com um paladar muito mais apurado, pois, por fim, pude notar que a vida sempre foi boa, mas só agora vou saboreá-la devidamente.
Mas.... Só mais uma vez xD
- ACABOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!! ^^
- Postado por: °•°•° Jeff °•°•° às 23h20
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Cuidado com meu bolo ò.ó
Definitivamente, se existe alguma coisa que eu não gosto de fazer é não fazer nada, acreditem. Isso chega a ser até prejudicial a minha saúde. Vamos tomar o exemplo de ontem. Fiquei o dia todo sem fazer absolutamente nada >.< Internet havia me cansado, estava doido para sair mas ninguém animava, o que o ser humano aqui decide fazer? Um bolo !! Pois é, começa eu, com minha odisséia culinária às 20:00h, verificando se tinha tudo, e após concluir que meus pais parecem que não incluem sobremesas mais nas compras tive que ir no supermercado comprar algumas coisinhas (achei um dinheirinho na minha mochila, então decidi investi-lo). Ok, tudo pronto... ou quase. Só faltava pensar em que tipo de bolo fazer. Pois bem, decido fazer algo “chique”. Meche aqui, mistura ali, foi uma batalha na cozinha, uma confusão, só sei que fui acabar essa praga de bolo 1:00h (Siiiiiiim, acreditem). Agora, é porque eu sou lerdo? Talvez. Mas principalmente porque o indivíduo que vos posta fez um monstro de quatro andares (O.o). O bicho ficou, em altura, um pouco maior que um copo americano. E fico gostoso? Bem, é algo que eu ainda não sei pois não tenho coragem de comê-lo.
Me chamaram de louco desocupado, de atoa, lesado, e outros tantos adjetivos, mas, como eu disse, eu não consigo ficar sem fazer nada. É só um dia, mas é um dia que eu poderia fazer tantas outras coisas.
Tenho a mania de achar que tenho que ocupar meus finais de semana e férias com alguma coisa, por mais inútil que seja. Pode parecer meio que compulsivo ou até estranho, mas sinto essa necessidade de estar me movimentando. Computador, internet, são coisas que podem ser utilizadas para passar o tempo, mas eu não considero, afinal, isso costuma não envolver algumas coisas básicas, e não acredito que qualquer um deles possa me fazer crescer como gente (E um bolo vai? Pode não fazer, mas é melhor que fica em frente a um computador criando calo na bunda e ressecando meus olhos).
Às vezes me da uns ataques e eu chamo meus amigos para sair para algum programa indígena, como por exemplo, andar de bicicleta em torno da lagoa da Pampulha, ou em qualquer outro lugar. Sair pra ficar andando sem rumo no centro, ou algo do gênero. A maioria fala que ta com preguiça, outros falam que eu to drogado, e outros inventam uma desculpa qualquer, mas sempre arrumo um, ou então vou sozinho mesmo. Já me perguntaram o porquê de gostar de sair tanto. O motivo é muito simples: Tem gente no mundo que não tem perna, que não pode fazer nada disso que a gente pode, que fica preso na cama de um hospital sonhando não com materiais de luxo vendidos em lojas careiras, mas sim apenas em poder andar, correr, pular, e a gente totalmente perfeito fica desperdiçando essa sorte (porque nascer perfeito, saudável é sorte) com preguiça, com computador.
Acho que essa minha vontade de quere aproveitar meu milagre começou há um tempo atrás. Estava na oitava série e fazia cursinho, em uma sexta-feira fiquei o dia todo reclamando que minhas pernas estavam doendo. Na hora de voltar do curso, de ônibus, consegui um lugar para sentar, por sorte. Fiquei olhando para fora, pela janela. O tempo estava nublado. Fiquei reclamando em silencio, xingando. De repente vejo um mendigo com as duas pernas amputadas pedindo esmola na rua. É uma visão corriqueira, que normalmente passa despercebido pela gente, mas que nesse momento me fez pensar tanto. Deixei uma lagrima escapar, sequei-a rapidamente, e decidi que jamais ia voltar a reclamar por coisas bobas. Fiquei horas reclamando por uma leve dor muscular, enquanto tem tanta gente que nem pode sentir isso mais.
Muitas vezes pequenos detalhes mudam a vida da gente para sempre, aprendi a prestar mais atenção a meu redor, pois, muitos desses pequenos eventos, mudam nossa vida para melhor, e, no mínimo, nos fazem aprender lições valiosas.
E o bolo ???
Uma fotinho dele (minha câmera é um lixo, então a imagem fico mais lixo ainda)

[Não mexam comigo, ou solto meu bolo em vocês ò.ó]
- Postado por: °•°•° Jeff °•°•° às 15h20
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Aew, 2º post, vivo ainda ^^
Olá para todos. Éeee, não parou mesmo, estamos aqui na ativa ainda.
Bem... Tem como pular o segundo post também não? xD~
Então, falar sobre o quê? Pensei que teria mais coisa para falar enquanto eu estou de férias... Mas, pensando bem, elas até que não estão sendo das piores. Na verdade, pode até parecer um pouco exagerado, mas acho que estou tendo as melhores férias que já tive em toda minha vida, chegando a ganhar de minhas férias quando criança que passava o verão na colônia de férias. Não que esteja fazendo tudo que desejava, viajando para lugares paradisíacos, conhecendo pessoas famosas ou qualquer coisa do gênero, mas é que... Parece que estou vivendo as férias de verdade. Acho que uma série de eventos que deixaram para acontecer no final do ano passado contribuiu para eu estar aproveitando tanto. Não somente no que se diz a respeito de me divertir, mas também por parte sentimental e emocional. Acho que consegui botar tanta coisa para fora, esclarecer tantas coisas e mudar meu jeito de pensar e agir tanto em um período de tempo tão curto que por isso estou achando que essas são as melhores férias. Consegui jogar muita coisa que estava entalada na garganta.
Acho que estou sendo um pouco estranho, né? Hehehe, normal. Acho que vou tentar explicar um pouco mais.
Digamos, até a pouco tempo atrás eu não era das pessoas mais sociáveis e comunicativas que podem existir. Eu era muito tímido, muito covarde, muito neurado. Sabe, não desmerecendo a vida que tive, mas é um pouco difícil viver em um mundo, até os 17 anos, sem saber o que era ter ao menos um amigo. Pensava que o mundo era contra mim, que qualquer pessoa que passava na rua só estava esperando eu me virar para começar a me apontar, isso quando não o queriam fazer na minha frente mesmo. Enfim, eu era completamente complexado, complicado. Foi uma vida muito difícil para mim, tudo parecia conspirar contra, e o fato de eu também estar lidando com minha sexualidade complicou mais ainda, acho que foi muito areia pro caminhão, que ficou atolado na própria areia por muito tempo. Uma dark age na minha vida rsrs.
Esse ano que se passou, 2007, foi um ano marco na minha vida. Acho que consegui viver muito mais que só um ano. Foi assim, um ano, perfeito. Aconteceram coisas que realmente me marcaram, fiz verdadeiras amizades, graças a uma em especial, descobri (ou tive uma bela prévia sobre) o que é o amor, pude crescer como pessoa em todos os sentidos.
E agora, nessa pequena folga que estou tempo entre um ano e outro, pude apreciar os resultados, reorganizar a cabeça, e agora me sinto novo para começar um ano, uma vida, de realizações. Realmente, essas férias vão me marcar. Essas são as melhores férias que já tive, e espero que todas as férias daqui para frente sejam as melhores que terei ^^

[Se você estiver sozinho, eu serei sua sombra. Se você quiser chorar, eu serei seu ombro. Se você precisar ficar feliz, serei seu sorriso. Mas a qualquer momento que você precisar de um amigo, serei apenas eu.]
- Postado por: °•°•° Jeff °•°•° às 15h19
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1º Post... Tudo começa por aqui.
Olá para todos que estão lendo meu blog ^^
Primeiro, muito obrigado por estar me prestigiando, sua visita é muito importante para mim e espero que volte aqui sempre.
Segundo... ... ... ... AH! Primeiro post é muito chato... Bem, vamos nos esforçar né.
Já que estou postando aqui pela primeira vez, e como pretendo que esta não seja a ultima, deixa eu me apresentar então.
Nome: Jefferson Santos, vulgo Jeff
Idade: 18 Anos até o presente momento
Ocupação: ... Estudante ta valendo?
Mora com: Mamãe e papai, esporadicamente algum animal de estimação que decide aparecer por aqui, nada que costume durar muito.
Estado civil: Solteiro, até que digam o contrário.
Orientação sexual: Bissexual... sim, com orgulho, não vou me negar ou ficar querendo esconder isso, posteriormente quem ler o blog vai acabar por ver isso.
Sonho: Nunca parar de sonhar.
Musica favorita: Farofeiro o/
Acho que vou parar minha ficha por aqui, afinal, dar todas as informações de cara tira a graça da brincadeira, não é?
Alguns devem estar se perguntando o porquê do nome do blog, “Reflexos”. Bem, na verdade eu pensei nesse nome pensando na seguinte lógica: Um reflexo é a imagem do real, porém essa imagem não é o real, pode vir distorcida. Para quem olha o reflexo terá este como verdadeiro. O mundo que vivemos é assim, temos nossas imagens refletidas para todos verem, muitos distorcem o que são para apresentarem uma outra imagem, parecida, às vezes até completamente diferente. Essa necessidade talvez venha por medo, por egoísmo, ou por qualquer outro motivo, mas nos faz, todos, cair em um mundo caótico. Vemos imagens que sabemos que não são imaginárias, mas que não são reais. Meu objetivo aqui não é tentar quebrar com todos os tabus existentes na nossa sociedade, muito menos me tornar um completo alienado, mas sim exibir um reflexo do meu mundo, do que vejo, do que sou, e tentar fazer isso não sobre as águas de um rio, distorcendo o reflexo, mas de maneira mais clara, como em um espelho perfeito.
Me achando piegas? Oras, meu objetivo aqui não é ser uma bicha revoltada com o mundo que a despreza, nem ser um depressivo que quer acusar o mundo dos pecados cometidos por ele, quero apenas expressar o que eu penso, escrever o que vier na minha cabeça, colocar alguma coisa qualquer, distrair, enfim, apenas deixar fluir. Julgue como quiser, não faço nada por modismo ou por necessidade de aparecer, ou simplesmente por ser excêntrico, faço por achar que devo fazer.
Me achou legal? Brigado ^^
Hahahaha
No mais é isso, espero que gostem do blog.
Beijos, =*
°•°•° Jeff °•°•°
- Postado por: °•°•° Jeff °•°•° às 03h12
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